Pequena crônica do encaixe
Com o tempo percebemos que ser é feito de estágios, e que por vezes caímos de paraquedas nas neuras das outras pessoas, sendo tudo, menos o que somos, menos um amor relvado.
Alimentada pelo movimento do cotidiano, acessível, quase ritmado, continuo.
As ruas são um laboratório gigantesco, revelando rostos, movimentos e histórias, verídicas e inventadas.
Os próximos dias serão tudo o que não imaginei, a porta louca das possibilidades está aberta para o bem ou para o mal, e isso, me faz pensar que não me encaixo em nenhuma delas.
Talvez me encaixe naquela hora do dia que as pessoas param e ouvem o que sentem, que decidem que o tempo é um ativo, e que cuidarão dele como se fosse seu próprio corpo e do corpo do outro como cuidariam de si mesmas.
(k)
Poeta! ❤️
ResponderExcluir❤️
ExcluirQue bela crônica! O último parágrafo me arrebatou. Parabéns! ❤️
ResponderExcluirObrigada, Monica!
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